Respeito gera respeito

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Tenho falado muito a respeito da valorização do profissional da área da Educação, pois percebo que essa tem sido realmente uma “dor” do professor. Um trabalho tão digno de admiração e que, segundo muitos educadores compartilham comigo, tem perdido o seu valor em diversos aspectos, seja diretamente no trato com o aluno na forma do descaso e da indisciplina, seja por parte dos familiares que não participam do processo educacional de seus filhos e ainda julgam o que o professor tem feito ou deixa de fazer, assim como na parte financeira. Mas penso realmente que cada profissional é o construtor de sua carreira. É o responsável por sua prática, ascensão e sucesso, como gestor da sua caminhada profissional.

Paulo Freire diz:

“Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador ou é marcado para ser educador.
A gente se faz educador, a gente se forma como educador permanente,
na prática e na reflexão sobre a prática”. (Freire, 1986)*

E por onde começar a transformar esse percurso para chegar onde se deseja?

1. A primeira coisa a se ter em mente é o estudo. Sim, estudar… é a partir do seu contínuo conhecimento, que você poderá desenvolver seu trabalho com maior segurança e assertividade para realizar um processo construtivo e alcançar resultados efetivos, recebendo cada vez mais reconhecimento de seus pares, diretores, alunos e comunidade escolar como um todo.

Lembre-se de que:

O trabalho com crianças e jovens pressupõe que você, professor, esteja comprometido com uma prática educacional adequada ao atendimento das necessidades deles e também com seus familiares numa competência polivalente.

2. Além disso, quando queremos respeito, devemos oferecer respeito. Respeite todos os que estão a sua volta, pratique o não julgamento, coloque-se no lugar do outro, pois cada ser é único e possui suas características extremamente individuais. Respeite-se também como alguém muito importante nesse processo de formação, alguém que está atento ao outro e pronto para ajudar no desenvolvimento de outras vidas, e será admirado e respeitado por fazer a diferença na comunidade escolar em que atua.

Ao respeitar as especificidades de cada estudante e celebrar as diferenças com eles, você, professor, inicia a construção de elementos essenciais para a vida adulta de cada um: a sensibilização com relação ao outro, a interação e o espírito cooperativo tão necessário para a convivência humana nos dias atuais.

3. O professor também deve dar importância ao estabelecimento de regras de convivência, é preciso saber lidar com diversas situações inter-relacionais de maneira positiva e ensinar as crianças e os jovens a fazerem o mesmo, o que torna a escola um ambiente valioso para o desenvolvimento pessoal e social.

 

*FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 9º ed.- São Paulo: Paz e Terra, 1986. – (coleção leitura).

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