PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS

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Quando falamos em Educação, certamente estamos nos referimos a um termo de ampla dimensão, afinal, são muitos os agentes que “educam” um ser humano ao longo de sua existência.

Consideremos, obviamente, o contexto tempo-espaço, afirmando que o ambiente em que se vive também é responsável por construir a Educação de quem nele a experencia. São as interferências sócio-culturais, histórico-econômicas etc.. O que é preciso entender é que nem sempre o indivíduo percebe essa ação externa de forma crítica, simplesmente nasce, cresce nesse determinado contexto e o compreende como verdade absoluta. E essa dita “ignorânia” muitas vezes rege a forma de vida de uma determinada sociedade.

Além  do ambiente, um outro papel importante e direto na Educação de um certo alguém, são as suas relações parentais e imediatas consequências, que para muitos autores são chamadas de Educação não Formal. Nesse sentido, vemos que, por se tratar de relações cotidianas e afetivamente proeminentes, é pela família que temos a influência dos valores e dos hábitos de pessoas em um específico contexto, e que muitas vezes são transmitidos de geração para geração. Nestas relações mais próximas também são implicados aspectos do desenvolvimento intelectual, físico e moral que vão se adaptando às vivências sociais que lhes são disponibilizadas.

Esta socialização, numa primeira instância e na maioria das vezes, é vivida pelas crianças quando iniciam sua vida escolar, que é, então, denominada de Educação Formal. Aqui já com objetivos claros e específicos sistematizados pelo plano curricular inserido nos Projetos Políticos Pedagógicos  de cada escola.

Atualmente tem se discutido muito a cerca do papel real de cada Instituição (família e escola) na Educação de crianças e jovens, já que Educar tanto refere-se à transmissão de valores e atitudes, quanto à mediação da aprendizagem e experiências de mundo, e tanto pais como professores acompanham e influenciam os comportamentos dos estudantes. Sabemos também que a família de hoje está num processo de transformação bastante profundo. A mulher-mãe vai para o mercado de trabalho e sobrecarrega-se entre suas diversas atividades profissionais, pessoais e familiares, precisando dividir funções com a escola. Por sua vez, a escola, não previu em seus planejamentos, atuar com crianças que vêm de suas casas sem os valores mínimos necessários para o convívio social, pois não tiveram nem mesmo a “rua”, devido aos adventos de violência,  para “ensaiar” seus diálogos com os colegas.

O que vemos são crianças desnorteadas que não sabem ao menos como se portar fisicamente nas cadeiras e nos recreios, pois não estão acostumados a enfrentar desafios que vão além de si mesmos.

E então, nos perguntamos mais uma vez: o que é Educar?

Um vídeo recente nas redes sociais mostra a solicitação de professores às famílias, quanto a assumirem suas responsabilidades de atuação educativa, mostrando a seus filhos (inclusive  e mais fortemente pelo exemplo) que comportamentos geram consequências na vida individual e na sua relação com o mundo enquanto cidadãos. É inegável a importância da participação da família na formação do ser. Nesse vídeo também, professores afirmam que à escola compete ensinar idiomas, Matemática, Geografia, História e Ciências entre outras áreas do conhecimento, apenas norteando os alunos sobre as atitudes que trazem de casa.

E você, no que acredita com relação aos papéis da Família e da Escola na formação do ser humano nos dias atuais?

 

link relacionado: http://brasilescola.uol.com.br/psicologia/papel-dos-pais-na-educacao.htm


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